Globo, CazéTV, Play9, YouTube e Meta compartilham ações para Olimpíadas

18 de julho de 2024 às 10:14


Abertura dos Jogos será no dia 26 de julho em Paris e contará com diferentes formatos de transmissão e projetos em redes sociais

Com a proximidade das Olimpíadas de Paris, os veículos de comunicação e plataformas ajustam os últimos preparativos para as diferentes estratégias e ações para as transmissões dos Jogos e conteúdos em redes sociais, em parcerias com marcas, influenciadores, atletas e outras personalidades.

A Globo está preparando uma cobertura multiplataforma para oferecer 100% dos Jogos, com ofertas e experiências diversas em seus canais e plataformas. A TV Globo acompanhará de perto a trajetória dos atletas brasileiros com 200 horas de transmissão, cerca de 12 horas por dia.

De segunda a sábado, a ‘Central Olímpica’, depois da novela ‘Renascer’, vai repassar de forma leve e bem-humorada o que de melhor aconteceu em Paris em cada dia, sob o comando de Tadeu Schmidt e Fernanda Garay, com participação de Karine Alves, direto de Paris. Toda a programação da TV Globo, especialmente os programas de variedades e jornalismo, também estará no clima de Paris, trazendo informações, exibindo séries e outros conteúdos relacionados aos Jogos.

Já o sportv terá quatro canais dedicados aos Jogos, sendo um deles, o sportv2, com transmissões em 4K. Além de mais de 40 sinais extras ao vivo no Globoplay e nas operadoras. Serão cerca de 16 horas por dia ao vivo, totalizando mais de mil horas de transmissão. Diariamente, após as competições, André Rizek e Fabi Alvim comandarão o ‘Ça va Paris especial’, com duas horas de duração e a participação de Marcelo Barreto direto da capital francesa.

Abertura dos Jogos Olímpicos de Paris acontecerá na sexta, dia 26 (Divulgação)

No Globoplay, além da transmissão simultânea da TV Globo, dos canais sportv e dos sinais extras, o ambiente do sportv na plataforma contará com uma ampla oferta de video on demand, com mosaico, painel de estatísticas e agenda com serviço de notificação.

O ge também vai promover uma ampla cobertura em tempo real, com análises de especialistas para cada esporte, guias com regras das modalidades, bastidores, agenda das disputas, quadro de medalhas, acontecimentos marcantes e histórias inspiradoras.

A TV Globo, os quatro canais do sportv, Globoplay, o site ge.globo e redes sociais vão produzir conteúdos adequados a cada uma das plataformas e públicos, com ações que também envolvem influenciadores agenciados pela Globo.

Fonte: Propmark

Por Tayla Carolina – 18 de Julho de 2024 

O Boticário, Globo e Natura: as marcas mais inclusivas do Brasil

às 10:10


Brand Inclusion Index da Kantar, aponta, também, que a preocupação dos brasileiros com diversidade e inclusão é maior do que a média global

(Crédito: Adobe Stock)

Com o objetivo de medir a percepção dos consumidores acerca das práticas de diversidade, equidade e inclusão das marcas,  a Kantar elaborou o Brand Inclusion Index, novo estudo que passa a fazer parte do seu portfólio de avaliações de consumo.

Por meio de entrevistas com 23 mil pessoas, de 18 diferentes países, a Kantar tentou mapear a importância da postura e da atuação das marcas em relação a um dos temas que mais vem mobilizando a sociedade nos últimos anos.

Os principais resultados globais do Brand Inclusion Index foram apresentados em um webinar, realizado pela companhia nesta semana. Já alguns resultados específicos do mercado brasileiro foram compartilhados pela Kantar à reportagem de Meio & Mensagem, com exclusividade.

O principal deles é de que a preocupação dos consumidores em comprar e consumir de empresas que tenham pilares sólidos de diversidade e inclusão é maior no Brasil do que na média global.

Pela pesquisa, 88% dos entrevistados brasileiros consideram que é importante que as empresas das quais compram promovam ativamente a diversidade, tanto dentro de sua organização e em seus negócios como para a sociedade. Globalmente, esse percentual foi de 75%.

Um alto índice de brasileiros (86% dos entrevistados no País) afirmou que diversidade e inclusão são assuntos importantes, enquanto no mundo, o índice foi de 79%.

No Brasil foram ouvidos 1012 consumidores pertencentes a quatro grupo sub-representados: mulheres, pessoas pretas e pardas, pessoas com deficiência e membros da comunidade LGBTQ+.

Percepção de marcas mais diversas e inclusivas

A Kantar também pediu aos entrevistados brasileiros que citassem marcas e empresas que consideram inclusivas e eficazes em termos de práticas de diversidade.

A consultoria não divulgou os detalhes de todo o ranking nacional, mas adianta que, no País, O Boticário, Globo e Natura foram as mais lembradas pelos consumidores.

Já globalmente, os consumidores também foram instigados a responder sobre quais empresas consideram mais ativas e eficazes em relação às práticas dos pilares de diversidade, equidade e inclusão.

Nesse aspecto, o Google foi a empresa mais bem classificada, seguida por Amazon e Nike.

Veja, abaixo, o ranking das 10 marcas mais bem classificadas no Brand Inclusion Index da Kantar em 2024:

1.Google
2. Amazon
3. Nike
4. Dove
5. McDonald’s
6.Netflix
7. Coca-Cola
8. Adidas
9.Disney
10. Apple

Discriminação e oportunidades de melhorias

Outro aspecto destacado pela Kantar em relação ao recorte brasileiro da pesquisa é a oportunidade que as empresas ainda têm de aprimorar os pilares de diversidade e inclusão para, de fato, contribuir com a evolução da sociedade.

Entre os entrevistados brasileiros, 54% dizem já ter sofrido algum tipo de discriminação. Desse grupo, 70% afirmam que o ato aconteceu em seu próprio ambiente de trabalho ou em estabelecimentos comerciais.

Ao mesmo tempo, os brasileiros consideram que as marcas têm responsabilidade em ajudar a mudar esse quadro: para 76%, as empresas têm papel de ajudar a tornar a sociedade mais justa.

Segundo Maura Coracine, diretora de digital e mídia da Kantar Insights Brasil, a população percebe que as marcas trazem mais os temas de diversidade, equidade e inclusão em suas ações de comunicação, mas ainda existe uma distância entre aquilo que elas falam e o quê, de fato, fazem.

“As marcas mais bem sucedidas em DEI, na percepção dos brasileiros, são aquelas que não só comunicam suas ações, mas que de fato transformam a sociedade em que estão inseridas”, avalia Maura.

Fonte: Meio&Mensagem

Bárbara Sacchitiello
18 de julho de 2024

Transparência com GenAI é chave para a confiança do cliente

às 10:00


Estudo da IBM, feito com três mil dirigentes, revela os principais pontos relacionados à ferramenta, detalhados pelo gerente-geral de IBM Consulting Brasil, Marcelo Flores

Transparência com GenAI é chave para a confiança do cliente. Estudo da IBM, feito com três mil dirigentes, revela os principais pontos relacionados à ferramenta, detalhados pelo gerente-geral de IBM Consulting Brasil, Marcelo Flores (Crédito: Divulgação)

O IBM Institute for Business Value (IBV) apurou: 82% dos CEOs brasileiros acreditam que a transparência da inteligência artificial generativa (GenAI), assim como outras novas tecnologias, são elementos-chave para conquistar a confiança dos clientes.

Por isso, 62% dos entrevistados concordam que a governança para GenAI deve se estabelecer à medida que as soluções são projetadas em vez de serem abordadas somente após a implantação.

GenAI avançada como vantagem competitiva

Realizado com três mil CEOs de mais de 30 países e 26 indústrias, inclusive o Brasil, o estudo global anual da IBM, The CEO Study 2024, destaca ainda que 51% dos CEOs brasileiros entendem que a vantagem competitiva das suas empresas dependerá de quem tem a GenAI mais avançada.

Além disso, 57% dos altos executivos do País relatam que sua equipe já tem o conhecimento e as habilidades necessárias para incorporar IA generativa aos sistemas de suas operações.

Por outro lado, 59% reconhecem que estão com dificuldades para preencher cargos-chave que envolvem a tecnologia.

GenAI: uso de dados, mão de obra e ROI

O gerente-geral da IBM Consulting Brasil, Marcelo Flores, detalha aspectos do estudo, comenta sobre o uso de dados, transformação digital, qualificação da mão de obra e ROI, entre outros temas.

ProXXIma – Sobre a governança, o Brasil e o mundo estão em processos de definições regulatórias sobre o uso de IA.

Com base nas legislações de uso e privacidade de dados e constantes movimentos, como estabelecer governança nesse ambiente?

Marcelo Flores – Desde a década passada, o que temos visto é o aumento contínuo da disponibilidade de dados.

É a evolução da maneira como os consumimos (analytics, machine learning, IA tradicional) e exponencial na acessibilidade, seja por meio de aplicações em nuvem (corporativo) ou em aparelhos portáteis (sociedade, em geral).

Assim, nos últimos anos, à medida que sofisticamos a maneira que consumimos os dados, e com a escala do uso de IA, temos visto novas regulamentações de LGPD, respeito à diversidade propriedade intelectual, ESG etc.

Com isso, ao longo dos últimos anos, os processos de governança nas empresas que têm implementado projetos de IA visam gerar eficiência, produtividade, melhorias no NPS ou habilitar novos modelos de negócio já foram adaptados, considerando as novas regulamentações.

GenAI e a governança como realidade

Ou seja, podemos dizer que a preocupação com a governança já é realidade, inclusive nos termos dos contratos B2B, na relação entre empresas, clientes e fornecedores.

E é necessário manter forte processo de curadoria do resultado de consumo dos dados para ajustar, por exemplo, as informações de origem e os vieses históricos ao atual momento de nossa sociedade.

Assim, se já tínhamos o desafio de regulamentação na governança do dia a dia das empresas para escalar o uso da IA tradicional, o surgimento da IA generativa com a respectiva intensidade e rapidez que está sendo inserida no dia a dia nos traz desafio ainda maior.

Não só na necessidade de ajustes à regulamentação, mas também na governança.

E a IA generativa traz o risco das “alucinações” que vem da maior horizontalidade na disponibilidade dos dados combinados com linguagem natural.

O que pode causar grave impacto na sociedade, a exemplo da possível manipulação de pessoas e votos em momentos de eleições.

E, sem dúvidas, o risco é maior quando pessoas mal-intencionadas estão por trás da geração de dados que vão gerar cada conteúdo.

Por isso, apenas a curadoria já não basta, o que torna a ética e a responsabilidade tão importantes.

Colaboração com reguladores e demais players

Adicionalmente, é essencial que as empresas não apenas estabeleçam governança interna, mas participem ativamente de diálogos e colaborações com órgãos reguladores e outros players da indústria.

A educação contínua e o treinamento de colaboradores em práticas éticas e regulatórias são cruciais para manter a cultura organizacional comprometida com a governança robusta da IA.

Portanto, implementar processos de auditoria e monitoramento contínuos assegura que as práticas permanecem eficazes e em acordo com as regulamentações em constante evolução.

Transparência nas práticas de IA, incluindo a comunicação clara, tanto interna quanto externa, fortalece a confiança de todos os stakeholders envolvidos.

Por fim, segurança de dados e a definição clara de responsabilidades dentro da organização são pilares fundamentais para governança eficaz e responsável da IA.

Conhecimento e habilidades

ProXXIma A pesquisa aponta que 57% dos altos executivos do País relatam que sua equipe já tem o conhecimento e as habilidades necessárias para incorporar IA generativa às operações.

Sobre o conhecimento, como se posicionam os executivos?

Flores – A ética na IA é reflexo de como as empresas se posicionam em termos de compliance e governança.

Não à toa, há grande preocupação dos executivos quando o tema é governança dos dados e de como as respostas da IA são dadas.

Nessa linha, a IBM oferece tecnologia segura e pronta para esses modelos responsáveis de uso de IA.

Como consultoria, sempre discutimos abertamente com os clientes sobre seus princípios, programas de compliance e como podem expandir essa cultura para a tecnologia que usam.

Nossos estudos mostram que 62% dos CEOs que atuam na América Latina concordam que a governança para IA generativa deve se estabelecer desde a fase inicial de cada projeto.

Na prática, isso significa que as empresas devem adotar abordagem proativa em relação à educação ética, incluindo workshops regulares e treinamentos especializados.

Melhores práticas

Além disso, criar comitê de ética em IA pode ajudar a monitorar e a garantir práticas éticas contínuas.

E, de fato, os exemplos de melhores práticas incluem avaliações de impacto ético, canais de denúncia de preocupações éticas e auditorias regulares.

Enfim, a governança da IA deve ser vista como processo contínuo, adaptando-se às novas tecnologias e regulamentações para garantir benefícios operacionais e sociais.

ProXXIma – O estudo aponta que as transformações digitais das empresas devem continuar firmes em 2024. Essa transformação foi acelerada pela pandemia.

Em que fase está essa transformação, já que pandemia para cá são quase quatro anos?

Flores – A transformação digital não é mais uma meta que as grandes companhias têm de alcançar.

O refinamento é escalar o uso da IA e definir a estratégia de uso da IA generativa.

A IA tradicional deixou de ser tecnologia experimental e está se tornando realidade nas empresas.

Evolução das estratégias

Porém, com o surgimento da IA generativa, já precisamos evoluir as estratégias de implementação e governança.

A IBM Consulting reúne mais de dez anos implementando IA com sucesso.

Porém, percebemos como os projetos de implementação da tecnologia se transformam constantemente. 

Ainda, vale observar que tecnologia é quem dispara a mudança, mas a transformação não é imediata.

A necessidade de transformação no pós-pandemia fortaleceu a demanda por consultorias de negócio.

Dessa forma, o mercado teve impulso para a digitalização nos últimos anos e, agora, vemos esse mesmo tipo de anseio em relação à IA.

Ou seja, a missão é ampliar a produtividade e a eficiência dos negócios para gerar benefícios de maneira exponencial, tendo ética, transparência, sustentabilidade e segurança como pilares.

GenAI: novas oportunidades

Com a consolidação de projetos  e rodando com eficiência, abre-se uma janela de novas oportunidades e mais tempo para que pessoas e setores possam se dedicar a tarefas que, porventura, estavam escanteadas ou mal desenvolvidas.

O tempo é um recurso escasso atualmente e projetos de IA bem implementados podem transformar a forma com que as empresas lidam com esse recurso.

Isso é um outro exemplo do refinamento que você menciona na pergunta. IA, incluindo a generativa, é potencializar ainda mais a transformação digital.

ProXXIma – Vocês citam a criação de novos modelos e oportunidades de negócios para atingir novos patamares de ROI. Em que medida a IA pode ser estratégica justamente para melhorar o ROI?

Flores – Na verdade, a implementação da IA deve, desde o início, estar conectada ao retorno de investimento de cada projeto.

Quando realizamos essa consultoria, isso fica evidente na troca com os clientes.

Precisamos aplicar a tecnologia inserida em um modelo de operação, integrando pessoas, plataformas e processos para que a IA ganhe escalabilidade e seja eficiente.

Quando isso é projetado com sucesso, estamos falando de um retorno de investimento até 2,6 vezes superior, de acordo com pesquisa recente que realizamos.

Superação dos custos de implantação por GenAI

Portanto, os atuais casos de sucesso que já garantem retorno geram benefícios e superam os respectivos custos de implantação são os de áreas vitais para resolver questões quanto ao atendimento ao cliente, às operações internas, à produtividade e na prevenção de ciberataques.

Vale comentar que, ao mesmo tempo que a GenAI ajuda a aprimorar os sistemas de defesa cibernética, amesma tecnologia contribui com o aperfeiçoamento dos ciberataques realizados por criminosos.

Enfim, para maximizar o ROI, é crucial personalizar as soluções de IA para os setores específicos da empresa.

Por exemplo, no varejo, a IA pode ser usada para prever demandas e otimizar a cadeia de suprimentos, enquanto, no setor financeiro, é possível melhorar a detecção de fraudes e a gestão de riscos.

Além disso, a mensuração contínua de desempenho é vital.

E isso envolve o uso de KPIs específicos para monitorar o impacto da IA em tempo real, permitindo ajustes rápidos e garantindo que os benefícios superem os custos de forma consistente.

Qualificação da mão de obra

ProXXIma – Outro dado citado é a qualificação de mão de obra que, independentemente da IA, sempre foi um problema para a TI.

Há várias pesquisas que apontam o déficit dessa qualificação e, agora, a especialização em IA é mais um fator. O que pode ser feito para ampliar a qualificação?

Flores – Trabalhamos em colaboração intensa com clientes e parceiros para adaptar soluções direcionadas às suas necessidades de contratação e qualificação.

Dessa forma, com esse trabalho consultivo, conseguimos lidar com alta rotatividade, refinar tecnologias de recrutamento, desenvolver produtividade da força de trabalho e até lidar com escassez de skills.

Assim, nesse cenário, oferecemos ferramentas personalizadas em consultoria, tecnologia e serviços.

Além disso, pensando em um escopo maior e as necessidades do mercado nacional e internacional por qualificação de mão de obra, a IBM tem o compromisso global de formar 30 milhões de pessoas até 2030 para democratizar as oportunidades e preencher a crescente lacuna de profissionais habilitados nas atuais ferramentas.

Iniciativas globais e regionais

Para tanto, temos diversas iniciativas globais e regionais, além de manter mais de 170 novas alianças com instituições acadêmicas e a indústria.

Também criamos a plataforma IBM SkillsBuild, que oferece conteúdo gratuito para estudantes, professores e profissionais com perfis e competências relacionados à tecnologia.

No Brasil, a operação local da IBM tem o compromisso de treinar 2 milhões de pessoas em IA, até 2026, mantendo foco em comunidades sub-representadas.

ProXXIma – Como a IBM Consulting trabalha para expandir o conhecimento sobre IA com parceiros no Brasil?

Flores – Operamos com abordagem de ecossistema aberto, estabelecendo parcerias com algumas das empresas de software mais visionárias do mundo para ajudar clientes e parceiros a acelerarem a adoção da IA mais adequada aos respectivos objetivos.

Resumidamente, podemos dizer que somos empresa “multi” em relação às tecnologias empregadas em cada um dos projetos.

Temos uma área chamada Client Engineering, que tem como responsabilidade desenvolver soluções em parceria com os clientes.

Assim, conseguimos entender qual o real problema do negócio, os principais gargalos e que soluções iremos utilizar para atingir os objetivos.

Seja usando IA, automação, governança, cibersegurança, atendimento ao cliente, entre outras.

Temos a etapa da descoberta e desenho da solução e é neste momento que identificamos os componentes da tecnologia que irão endereçar os problemas de negócio mapeados na sessão anterior.

Vale comentar que a IBM Consulting é a única grande empresa de consultoria que atua dentro de uma empresa de tecnologia.

Otimização de fluxos e processos pela GenAI

Assim, já nos posicionamos como parceiro de transformação das companhias brasileiras, otimizando fluxos de trabalho e processos do negócio de cada companhia.

E isso seja com a utilização de tecnologias da IBM Technology, de parceiros do ecossistema ou a partir de outras soluções de mercado que os clientes já utilizam ou desejam utilizar.

Além disso, já usamos a IA para melhorar o atendimento aos clientes, a relação com colaboradores, para gerar produtividade e eficiência em processos há cerca de dez anos.

Dessa forma, isso nos credencia como parceiro com vantagem significativa para escalar o uso da IA tradicional e implementar a IA generativa, a partir de referências sólidas, lições aprendidas e capacidade de implementação, especialmente em momento em que o tempo é variável tão importante para o atual cenário competitivo do mercado.

Fonte: Meio&Mensagem

Sergio Damasceno Silva
18 de julho de 2024 

ANDP proíbe Meta de usar dados para treinar modelos de inteligência artificial

17 de julho de 2024 às 16:48


As empresas precisarão garantir uma transparência mais adequada

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) anunciou no dia 10 de julho a decisão de manter a medida preventiva que proíbe a Meta de usar dados pessoais dos usuários para treinar inteligência artificial (IA) no Brasil. Divulgada no Diário Oficial da União em 2 de julho, a medida cautelar suspendeu a nova política de privacidade da empresa – dona no Instagram, Facebook e WhatsApp – e prevê multa diária de R$ 50 mil caso a ordem não seja cumprida em até cinco dias úteis.

“Em resposta ao pedido de reconsideração feito pela Meta e diante das alegações de dificuldades técnicas para comprovar o cumprimento da suspensão da operação de tratamento, o Conselho concedeu mais cinco dias para comprovar o cumprimento da decisão”, declara a ANDP em nota.

Segundo a agência fiscalizadora, o relator Joacil Rael postergou a análise dos pedidos de concessão de efeito suspensivo e do pedido de reconsideração integral da decisão. “Acompanhado pelos votos dos demais diretores, ele entendeu pela necessidade de uma análise técnica minuciosa das medidas propostas e pela apresentação de um plano de conformidade acompanhado de cronograma de implementação”, esclarece a ANDP.

O órgão analisa possíveis violações à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A preocupação é de que as informações estejam sendo utilizadas “com base em hipótese legal inadequada e falta de transparência”, alega a ANDP. Lançada em 26 de junho, a política de privacidade da Meta autorizava a utilização de conteúdos compartilhados pelos usuários e disponíveis publicamente para o treinamento de IA generativa. Os usuários brasileiros podem optar pelo “opt-out” para barrar o uso de seus dados.

“Estamos desapontados com a decisão da ANPD. Treinamento de IA não é algo único dos nossos serviços, e somos mais transparentes do que muitos participantes nessa indústria que têm usado conteúdos públicos para treinar seus modelos e produtos. A nossa abordagem cumpre com as leis de privacidade e regulações no Brasil, e continuaremos a trabalhar com a ANPD para endereçar
as suas dúvidas. Isso é um retrocesso para a inovação e a competitividade no desenvolvimento de IA, e atrasa a chegada de benefícios da IA para as pessoas no Brasil”, rebate a Meta em posicionamento oficial.

Cautela
“Além de uma consequência direta para a Meta, a decisão mostra um posicionamento bastante cauteloso da ANPD em relação ao uso de dados pessoais para treinamento de sistemas de IA. Isso pode ter um impacto no mercado, inclusive em empresas menores que adotam essa prática. Pelo teor da decisão, as empresas precisarão garantir uma transparência mais adequada aos usuários e manter documentação sobre a legalidade do tratamento desses dados, principalmente para o caso de a autoridade solicitar esclarecimentos”, avalia Lucas Maldonado D. Latini, especialista em direito digital da FGV.

Fonte: Propmark

Por Janaina Langsdorff – 16 de Julho de 2024

As marcas mais valiosas do futebol brasileiro

às 16:46


Flamengo (US$ 99,9 milhões), Palmeiras (US$ 85,1 milhões) e São Paulo (US$ 55,7 milhões) lideram o relatório Brand Finance Futebol 50 2024

Jogo entre Palmeiras e Flamengo na Série A do Brasileirão 2024: times lideram o ranking Brand Finance deste ano (crédito: Marcelo Cortes/CRF)

Se dentro de campo Flamengo e Palmeiras têm disputado os principais títulos do continente nos últimos, fora dos gramados o duelo se repete. O rubro-negro é o líder, seguido pelo alviverde, do ranking nacional do relatório global Brand Finance 50 2024, que avalia o valor da marca dos times de futebol.

Apesar de uma queda de 2%, o Flamengo se manteve na primeira colocação da lista, pelo terceiro ano consecutivo, com US$ 99,9 milhões. O índice de força da marca do clube também registrou declínio – passou de 77,8 para 74,9 –, mas continua sendo o mais forte entre as marcas do futebol brasileiro.

De acordo com o relatório, a resiliência é atribuída à garantia de um dos maiores acordos de patrocínio da história do futebol brasileiro com a empresa de apostas Pixbet. No entanto, neste ano o time não conseguiu se manter na lista das 50 marcas de futebol mais valiosas do mundo. No ano passado, o brasileiro foi o único não europeu no ranking mundial.

Vice-liderança nacional

O Palmeiras se manteve em segundo lugar com aumento de 9% no valor da marca, alcançando US$ 85,1 milhões. Já o índice de força da marca do clube teve queda de 72,8 para 70,4. O São Paulo, por sua vez, foi o responsável pelo maior avanço no ranking: com crescimento de 55%, atingiu US$ 55,7 milhões, passando da quinta para a terceira colocação. O índice de força do tricolor foi de 66,2.

O Red Bull Bragantino entrou no Top 10 na nona posição, com valor de marca de US$ 21 milhões. O Santos, oitavo colocado na edição 2023 e rebaixado para a Série B do Brasileirão, deixou a lista. Completam o ranking Corinthians (US$ 49,1 milhões, em quarto), Grêmio (US$ 34,5 milhões, em quinto), Atlético Mineiro (US$ 34 milhões, em sexto), Internacional (US$ 31,5 milhões, em sétimo), Fluminense (US$ 30,5 milhões, em oitavo) e Athletico Paranaense (US$ 21 milhões, em décimo).

Ranking global

Após perder o trono na edição do ano passado para o Manchester City, o Real Madrid está de volta ao topo do ranking global. O time espanhol registrou aumento de 19% e alcançou valor de marca de US$ 1,8 bilhão. Os merengues lideraram o ranking de 2019 a 2022.

O Manchester City teve um incremento menor, de 10%, e chegou a US$ 1,7 bilhão, voltando para a segunda colocação. O Barcelona se manteve em terceiro lugar no ranking. O valor da marca do time aumentou 16% e foi para US$ 1,65 bilhão.

De acordo com Eduardo Chaves, sócio-diretor da Brand Finance do Brasil, a avaliação das marcas dos cubes de futebol é essencial para o crescimento tanto do time quanto do negócio, pois fortalece o engajamento com os torcedores, atrai patrocinadores e aumenta as receitas provenientes de produtos licenciados e direitos de transmissão.

“A gestão eficaz da marca de um clube de futebol é diretamente associada à sua sustentabilidade financeira. Clubes bem geridos, que investem na evolução de sua marca, tendem a atrair mais investimentos e patrocinadores, resultando em uma base financeira mais sólida. Isso inclui estratégias de marketing, relacionamento com os fãs, parcerias comerciais e inovações tecnológicas”, disse em comunicado.

Fonte: Meio&Mensagem

Fernando Murad
17 de julho de 2024 

TV é a plataforma preferida dos brasileiros para acompanhar a Olimpíada

às 16:45


Pesquisa aponta televisão como principal escolha do público para assistir os Jogos Olímpicos, mesmo com intensa presença dos streamings

53% dos brasileiros pretendem assistir aos Jogos Olímpicos de Paris pela televisão (Crédito: Divulgação)

A Zoox Smart Data, empresa brasileira de tecnologia focada em soluções de data science & analytics, realizou uma pesquisa que revelou a preferência de consumo dos brasileiros para assistir às competições olímpicas, que começam no próximo dia 26.

Dentre 53 mil brasileiros entrevistados, 53% pretendem assistir aos Jogos Olímpicos de Paris pela televisão, enquanto 15% devem optar pelos streamings. A consulta foi realizada entre 11 e 15 de julho.

Quando questionadas sobre quais esportes os entrevistados querem acompanhar, o futebol se sobressai nas respostas, bem como o vôlei, com 17% de citações, seguido por ginástica olímpica e surfe.

Além disso, os dados levantados apontam que 27% dos respondentes não pretendem acompanhar nenhuma competição, demonstrando considerável desinteresse da população com os Jogos Olímpicos.

Fonte: Meio&Mensagem

17 de julho de 2024 

5 exemplos de inclusão e representatividade no Marketing

às 15:07


Cases incluem campanhas publicitárias e ações simples de acessibilidade, que fazem toda a diferença para o usuário final

Cerca de 8% da população brasileira têm algum tipo de deficiência, conforme apontam números levantados pela Organização Mundial da Saúde. A porcentagem agrupa um significativo grupo de consumo, esquecido pelas marcas em campanhas publicitárias: em 2023, a representatividade de pessoas com deficiência nos comerciais brasileiros não ultrapassou 0,12%.

O dado, divulgado na pesquisa TODXS, da agência Head, reforça uma urgência que deve motivar a criação de ações publicitárias mais inclusivas. Na avaliação de Ronaldo Tenório, CEO da Hand Talk, no universo da publicidade, cada imagem, frase e contexto ganham repercussão para o público. Neste contexto, as marcas têm o poder – e o dever – de moldar percepções, influenciar comportamentos e refletir os valores da sociedade.

Pensando nisso, Ronaldo separou campanhas produzidas por grandes marcas, com o objetivo de garantir mais inclusão e acessibilidade para as pessoas com deficiência.

Canal de atendimento em Libras – Magazine Luiza

A Magalu criou um canal de atendimento pós-venda exclusivo na Língua Brasileira de Sinais. A ferramenta permite que deficientes auditivos possam escolher formas de atendimento mais confortáveis, garantindo uma troca de informações eficaz, e agregando valor à sua experiência.

QR Code acessível – Colorado

A cervejaria Colorado implementou QR codes nos rótulos de seus produtos, que abrem uma janela no celular com a tradução do conteúdo em Libras. Nas embalagens das cervejas, a empresa disponibiliza rótulos em Braile.

Recursos acessíveis para filmes – PingPlay

A empresa é uma plataforma de filmes 100% acessíveis, que possui os recursos de acessibilidade à escolha do usuário, entre Libras, audiodescrição e legendas, inclusive nos trailers.

Campanha “Sinais” – Lacta

Em 2021, para apresentar a linha Lacta Intense Nuts a marca lançou o filme “Sinais”, protagonizado por um casal que se conheceu em uma festa em que a maioria dos presentes se comunicava em Libras, retratando a conexão mesmo com a barreira da comunicação.

“Mania de Você, Mania de Reserva” – Reserva

Para o Dia dos Namorados, a Reserva lançou a campanha “Mania de Você, Mania de Reserva” que apresenta uma releitura da clássica canção de Rita Lee e Roberto de Carvalho, interpretada em Libras. Além de incentivar o aprendizado da Língua de Sinais e reforçar a importância da comunicação inclusiva, a produção ainda é protagonizada por casais de personalidades surdas.

Fonte: Mundo do Marketing

Por Ian Cândido – 15/07/2024

Como a IA vai transformar a relação dos trabalhadores com dados

às 14:57


A tecnologia hoje depende de três componentes: algoritmos, capacidade de computação e dados

Crédito: akinbostanci/ iStock

A IA não vai mudar somente a nossa maneira de trabalhar, mas também a dinâmica e a organização dos mais diversos setores. Os modelos de negócios de áreas inteiras serão reformulados. As empresas de destaque serão aquelas que melhor conseguirem criar um ciclo de respostas positivas entre pessoas, dados e IA.

Cada um desses elementos será fundamental. As pessoas ainda serão importantes. Os funcionários vão precisar ajudar a criar e selecionar os dados que treinam a IA. Ela, por sua vez, vai ajudar as pessoas a se tornarem mais eficientes e bem-sucedidas. 

As empresas que conseguirem estabelecer esse ciclo de feedback e executá-lo com mais rapidez serão mais competitivas que as demais. O segredo, para a maioria, será descobrir como transformar não apenas o conhecimento, mas também a experiência e a sabedoria em dados, e esses dados em insights.

A IA depende de três componentes: algoritmos, capacidade de computação e dados. Mas, com exceção de algumas grandes empresas de tecnologia e de startups experientes nessa tecnologia, as empresas não vão criar seus próprios algoritmos.

Elas continuarão dependendo de um punhado de algoritmos desenvolvidos e vendidos por empresas de tecnologia ou que estejam disponíveis gratuitamente por meio de fornecedores de código aberto, como a Hugging Face. 

Crédito: Pixabay

A capacidade de computação também não será um diferencial: a maioria tem acesso aos mesmos tipos de servidores de data center administrados pelas maiores empresas de tecnologia. Não, para a maioria das empresas, a vantagem competitiva virá dos seus próprios dados exclusivos.

O acesso a dados proprietários será cada vez mais importante. A propriedade intelectual se enquadra nessa categoria. A Disney tem acesso ao seu vasto catálogo de filmes; o “The New York Times” tem mais de 150 anos de artigos arquivados; a Pfizer tem décadas de pesquisa e desenvolvimento de medicamentos e testes clínicos. Mas, para a maioria das empresas, a maior fonte de informações proprietárias são os dados dos seus clientes. 

Durante grande parte da década de 2010, os dados – que permitiam que as empresas apresentassem às pessoas anúncios direcionados – eram comercializados por corretores especializados, que reuniam dados obtidos de cookies de rastreamento em sites da internet e operadoras de telefonia celular e os vendiam a quem pagasse mais. 

As regras de privacidade tornaram esse rastreamento muito mais difícil e aumentaram o valor dos dados que as empresas coletam sobre seus próprios clientes. E, como logo veremos, a IA também pode ajudar a transformar os dados gerados pelos próprios funcionários de uma empresa em uma importante vantagem competitiva.

SEGMENTAÇÃO EM MASSA

Durante anos, o segredo para muitas empresas foi a customização em massa – criar um produto ou serviço sob medida para cada cliente e, ao mesmo tempo, manter uma grande base de clientes e as economias de escala decorrentes do atendimento. 

Mesmo as empresas que vendem uma linha de produtos relativamente padronizada sonham em adaptar seus serviços de marketing para cada cliente. Agora, a IA tornou isso possível em pouco tempo.

A IA permite que as empresas dividam sua base de clientes em segmentos cada vez mais detalhados. A Intuit, que fabrica o TurboTax e o QuickBooks, usou a IA para mudar a forma como segmentava o público de seu software para impostos, de basicamente três grandes grupos para 450 públicos diferentes, cada um dos quais recebeu um marketing mais personalizado. 

O envolvimento com esses anúncios saltou de 20% para 50%. Hoje, o fator limitante não é mais a precisão com que o público pode ser segmentado, é a capacidade de produzir mensagens realmente personalizadas para cada cliente. É esse tipo de marketing que está sendo desenvolvido por um software de IA generativa capaz de escrever infinitas mensagens sob medida. 

O único problema, de acordo com Jeff Lawson, fundador e ex-diretor executivo da Twilio, é o grau de controle de qualidade que uma empresa detém sobre essas mensagens. Devido à falta de confiabilidade dos grandes modelos de linguagem, as empresas provavelmente não vão chegar ao ponto de usar táticas de marketing diferentes para cada cliente.

Mas, cada vez mais, elas terão centenas de segmentos – enquanto antes tinham no máximo uma dúzia – e verão grandes ganhos nas vendas e redução nos custos de marketing.

Fonte: Fast Company

ABA e Cenp apoiam Li.belo, por diversidade e inclusão

às 14:52


Entidades criaram um guia sobre linguagem LGBTQIAP+ e termos antirracistas, assim como um curso de capacitação para pessoas 50+

Criado há cinco anos pela publicitária Fabiana Baraldi, o projeto Li.belo, que oferece educação profissional gratuita, por meio de cursos de capacitação voltados a um público diverso e socialmente vulnerável, está ganhando apoio da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e do Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário (Cenp).

Dedicado a  formar profissionais em comunicação, propaganda e marketing, o Li.belo busca gerar oportunidades de trabalho a pessoas negras, LGBTQIAPN+, mulheres e outros grupos minorizados.

A ABA participou da elaboração do “Li.Belo Dá a Palavra – Navegando em Mares de Respeito”, um guia para linguagem LGBTQIAP+ e termos antirracistas, para informar, instruir e combater no cotidiano o uso de palavras, termos e expressões preconceituosas.

Já na trilha de conteúdo, o curso voltado a alunos do ensino médio bolsistas em escolas particulares terá a diretora-executiva do Cenp, Regina Augusto, como uma das mentoras convidadas, e acontecerá na sede da entidade, na capital paulista.

Além disso, também foi criado, este ano, um curso voltado para o público 50+. Pyr Marcondes, senior partner da Pipeline Capital e colunista do Meio & Mensagem, dará aula sobre inteligência artificial para as turmas regulares e será um dos co-mentores do 50+.

(*) A nota foi atualizada

Fonte: Meio&Mensagem

Roseani Rocha
15 de julho de 2024

Dados e inovação redefinem a publicidade em OOH

às 14:50


Para reforçar seus diferenciais no mercado, Helloo atesta em pesquisa que seus ativos em shoppings e edifícios residenciais estão onde as pessoas querem estar

Diante de diferentes pontos de contato entre marcas e consumidores, nunca foi tão importante municiar times de comunicação e marketing com dados e insights que comprovem as estratégias de negócios e os impactos publicitários. Para isso, a Helloo realizou uma pesquisa cujos resultados reforçam os diferenciais de atuação no out-of-home (OOH) — segmento que, no Brasil, movimentou mais de R$ 2,5 bilhões, no ano passado, segundo o Cenp-Meios.

A Helloo conta com mais de 13 mil faces publicitárias distribuídas em mais de cem shoppings e 5 mil edifícios residenciais, de 18 estados brasileiros. A empresa impacta, mensalmente, mais de 46 milhões de pessoas com ativos, que estão inseridos em um ecossistema favorável para se comunicar com o público. De acordo com o levantamento realizado pela empresa, em parceria com a consultoria Alexandria, 46% dos entrevistados se recordam de alguma campanha que viram em uma das telas da Helloo.

Pesquisa da Helloo aponta que 46% dos entrevistados lembram de campanhas exibidas nas telas da empresa

Presença em shoppings e edifícios residenciais

Cerca de 80% das pessoas dizem frequentar shoppings por interesse de estarem lá — e vão, em média, seis vezes por mês aos centros de compras, onde permanecem por volta de duas horas. Aproximadamente 60% desses consumidores afirmaram que gostam da mídia e que a publicidade ajuda na decisão de compra, índice que compõe um cenário de grande potencial para os anunciantes, já que 68% responderam que vão aos shoppings propensos a comprar.

Em relação aos edifícios residenciais, 88% das pessoas afirmaram gostar de ver as campanhas nas telas da Helloo, e 80% disseram que prestam atenção nas peças exibidas. Além disso, 70% dos entrevistados apontaram que as propagandas despertam interesse para buscar mais informações sobre o produto anunciado. O índice de lembrança das marcas nos elevadores residenciais, que atingiu 60%, supera em quase três vezes a performance de peças exibidas em metrô e aeroportos.

Além da exibição de peças publicitárias

“Nossa pesquisa embasa e dá legitimidade quando falamos que nossos ambientes têm uma relação diferenciada junto aos outros formatos de OOH. De acordo com os resultados, as mídias da Helloo são percebidas como parte integrante do ambiente em que estão inseridas, o que aumenta sua efetividade e credibilidade”, afirma o diretor geral Rafael Saito. “Isso contrasta com outras mídias de OOH que são percebidas de forma mais passiva e com pouca participação no contexto”, completa.

Exibição em momentos propícios para gerar impacto é um dos diferenciais da Helloo

Para Saito, grande parte do OOH não contempla a integração com o contexto e o ambiente onde as telas estão instaladas, o que tem um potencial maior se o circuito combinado for integrado entre outras verticais e somado aos ativos da Helloo. As telas instaladas nos edifícios residenciais também possuem um papel de comunicação, trazendo uma nova experiência aos condôminos. O conteúdo vai desde informações como previsão do tempo e campanhas de vacinação até as principais notícias do dia. “Nosso intuito é trazer a tela para conversar com os clientes e cada vez gerar mais engajamento, melhorando ainda mais o recall de marca dos nossos anunciantes”, aponta Saito.

A Helloo mantém, entre seus clientes, marcas do porte de McDonald’s, Granado e Bauducco, além de empresas de delivery e plataformas de streaming.

SMARTOOH: presença com inteligência de dados

A atuação da Helloo segue o conceito SmartOOH, que consiste na capacitação da empresa em estar presente em momentos propícios para gerar impacto de mídia na audiência e em trabalhar com inteligência de dados para uma melhor segmentação na divulgação das peças.

Para abastecer a base de informações relacionadas ao comportamento dos consumidores, a companhia conta com a plataforma Allos, da qual faz parte. O conglomerado reúne 58 dos mais de cem shoppings distribuídos pelo Brasil onde a Helloo atua e é considerado a maior plataforma de entretenimento, lifestyle, serviços e centros de compras do Brasil.

Lançamentos de séries e filmes da Amazon em elevadores de edifícios residenciais

Dessa forma, a empresa de OOH consegue relacionar dados comportamentais com os de consumo dos clientes que visitam os estabelecimentos comerciais para, assim, entregar inteligência de dados aos anunciantes — que podem correlacionar os investimentos na mídia com o resultado e performance em suas lojas físicas.

A abrangência é reforçada pela atuação em mais de cinco mil edifícios residenciais, contemplando diferentes momentos do dia das pessoas e gerando impacto em locais mais propícios para realizar a comunicação. “Nosso objetivo junto à audiência é qualificar as conversas, a partir de locais onde o impacto é diferente. Quanto mais inteligente for o entendimento de saber se comunicar nesses momentos, mais eficiente será o planejamento para as campanhas”, explica o diretor geral da Helloo.

Por dentro dos hábitos de consumo

A presença em shoppings possibilita à Helloo duas vantagens: conhecer detalhadamente os hábitos das pessoas em um ambiente totalmente voltado ao consumo; e permitir que as marcas estejam em locais onde as compras são realizadas. Só no ano passado, esse setor movimentou R$ 194,7 bilhões, um aumento de 1,5% sobre o ano anterior, segundo levantamento da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

Essa atuação abastece a empresa com informações que são cruciais para o mercado — quem compra, o que compram, locais e marcas preferidas, periodicidade de consumo, entre outras — e que otimizam as campanhas e geram mais resultados para os anunciantes.

Uma estrutura importante na relação entre as empresas para gerar inteligência e qualidade nas entregas da Helloo é a Allostech, braço de transformação digital da Allos com atuação embasada nos pilares de e-commerce, logística, data analytics e relacionamento com o consumidor. Essa plataforma auxilia na base de dados que abastece o amplo portfólio de soluções digitais oferecido pela Helloo ao mercado e que abrange a entrega de: mídia programática, pós-venda automatizada,
mobile extension, push notification, checking automatizado e dados proprietários de consumo e audiência.

Nesse guarda-chuva, destaca-se a mídia programática, onde a empresa conta com um sistema próprio para todas as suas telas digitais, garantindo uma maior qualidade nas entregas, a partir do uso de dados. “Essa é uma receita nova, pois consegue falar com anunciantes que antes não eram atingidos e proporciona campanhas mais segmentadas onde o cliente pode optar por dias específicos de divulgação, perfil de público a ser atingido, entre outras variáveis”, explica Saito.

Capilaridade e ações diversificadas

A oferta de ativos baseada nas duas verticais permite à empresa atender diferentes demandas do mercado. A presença em edifícios residenciais abre a possibilidade para comunicações locais, realizadas por pequenos empreendedores que querem impactar moradores de uma região específica. São prestadores de serviço, donos de consultórios odontológicos, pizzarias de bairro, entre outros estabelecimentos.

“Com essas telas, conseguimos entregar uma campanha mais profissional a esses empreendedores e movimentar a economia local”, afirma o diretor geral da Helloo. Ao mesmo tempo, os grandes anunciantes conseguem aproveitar a capilaridade oferecida pela empresa, para realizar campanhas nacionais e focar a comunicação em um determinado shopping, onde há uma promoção específica realizada por um franqueado. “Estamos conseguindo segmentar melhor a audiência, porque sabemos qual é o perfil desse cliente e seus hábitos de consumo. Com isso, o anunciante otimiza melhor a sua verba publicitária”, aponta.

Fonte: Meio&Mensagem

15 de julho de 2024


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